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Escalda Pés: O que é e para que serve?

by 8 de Dezembro de 2023

O escalda pés é uma prática ancestral, reconhecida pelas suas propriedades terapêuticas e relaxantes. As suas origens remontam às civilizações antigas, como Grécia e Roma, onde era utilizado não apenas como um momento de relaxamento, mas também como uma prática social e de purificação.

O que é o Escalda Pés?

Este ritual milenar vai além do relaxamento dos pés. Segundo antigas tradições, é um método de conexão entre corpo e mente, que promove não só o alívio do stress e da fadiga física e mental, mas também trata questões de ansiedade, dores nas pernas, problemas de circulação, enxaquecas e dores de cabeça, gripes e constipações e atua também nas nossas emoções, pois ajuda a eliminar toxinas através da pele. Trata-se de um processo de purificação, ao escaldarmos os pés, arrefecemos a mente.

A imersão dos pés em água quente, sal e ervas não só proporciona conforto, mas está também relacionada com conceitos de acupuntura e reflexologia que sugerem que os pontos nos pés estão ligados aos órgãos internos do nosso corpo, e ao estimulá-los estamos também a tratá-los.

Quais os benefícios do Escalda Pés?

  • Promove o relaxamento localizado na zona dos pés que se expande até à mente.
  • Afeta de forma positiva o equilíbrio energético do corpo. Ajudam na preservação da energia ancestral, especialmente relacionada com os rins, que por sua vez estão ligados à vitalidade e à emoção do medo.
  • Pode ajudar a equilibrar a humidade corporal, influenciando também o baço e o pâncreas.
  • Oferecem um meio de tratamento via terminais nervosos, presentes nos pés, para dores e lesões em diversas partes do nosso corpo.

Como fazer um Escalda Pés?

A sua preparação envolve uma bacia com água quente, sal grosso e ervas (como por exemplo camomila, alecrim e/ou alfazema), cada uma com propriedades terapêuticas. No entanto pode-se optar pela sua forma mais simples (água com sal marinho). Vamos ver um exemplo de preparação  passo a passo.

  1. Aquecer água e colocar num alguidar. A temperatura da água deve ser a princípio muito quente, diria mesmo insuportável.  
  2. Deve-se ir colocando os pés aos poucos, resistindo à temperatura da água.
  3. Por fim faz-se a imersão dos pés por cerca de 20 a 30 minutos ou até ser confortável.

Para tornar este momento ainda mais completo é possível criar um ritual com música relaxante, incenso e até uma esfoliação prévia dos pés para remover células mortas e melhorar a absorção de todos os benefícios do Escalda Pés.

Variações e tipos de Escalda Pés

As variações do Escalda Pés dependem das ervas utilizadas. Ervas calmantes, como camomila e alfazema por exemplo, promovem uma sensação de maior relaxamento, enquanto o alecrim e a hortelã, por exemplo, estimulam e melhoram a circulação sanguínea.

Adicionalmente podem ser utilizados óleos essenciais para criar uma experiência sensorial mais intensa, ampliando os benefícios terapêuticos do ritual.

O Escalda Pés, embora remonte a tempos antigos, continua a ser uma prática válida e que devíamos introduzir na nossa rotina, sobretudo nos meses de inverno, para o nosso bem-estar físico e emocional. Como pudemos ver neste artigo, os seus benefícios vão além do simples relaxamento dos pés, abrangendo tratamentos terapêuticos que conectam mente, corpo e emoções, tornando-o um ritual milenar de profunda importância para a nossa saúde integral.

A Energia Metal segundo a Macrobiótica

by 9 de Novembro de 2023

A filosofia Macrobiótica, baseia-se, entre outros princípios, na teoria das 5 transformações ou dos 5 elementos, enraizada na Medicina Tradicional Chinesa, que fala sobre a nossa relação com os alimentos, os órgãos relacionados com os mesmos e sobre a forma como podemos otimizar a nossa saúde.

Esta teoria baseia-se na ideia de que tudo está em constante mudança, mantendo um equilíbrio dinâmico, conhecido como homeostase, tanto no ambiente natural como no nosso corpo.

Os 5 elementos são Água, Madeira, Fogo, Terra e Metal. A natureza reflete o equilíbrio de forma simbiótica e perfeita através destas 5 transformações, numa dinâmica sistémica:

  • A Água rega as plantas (Madeira/Árvore),
  • As plantas alimentam o Fogo,
  • Que nutre o Solo,
  • E que dará vida ao Metal

As 5 Transformações e as Estações do Ano

Se olharmos para as Estações do ano podemos ver que a cada estação corresponde também uma transformação, exceto à estação verão que conta com duas. Assim, a energia Madeira corresponde à primavera, a energia fogo ao verão (pico do verão), a energia Solo ou Terra ao final do verão, a energia Metal remete-nos para o Outono e a Energia Água para o Inverno. Neste momento estamos a viver a Energia Metal.

O que é a Energia Metal?

É uma energia associada ao Outono, quando a temperatura começa a descer e a energia da estação entra na sua fase mais concentrada. Na Natureza assistimos à queda das folhas e dos frutos, as sementes e os ramos verdes secam e ficam os troncos e as raízes. Celebram-se as colheitas, representando a abundância da mãe Natureza e é também período de hibernação para algumas plantas, depois de terem acumulado energia nas estações anteriores.

A energia Metal convida ao recolhimento, à reflexão. É tempo de deixar ir o que não interessa, de introspeção interior e de purificar e refinar a fim de que o metal se torne precioso. É a altura de preparar o corpo e a mente para e temporada mais fria do ano.

Metal rege-se pela estabilidade, pelo controlo e pela precisão, sendo também associado à maturidade, ao período da meia-idade quando falamos em fases da vida. A sua cor é o branco e o sabor que traz associado a si é o picante.  

Quais são os alimentos que favorecem a Energia Metal?

Os alimentos que favorecem a energia Metal são aqueles que possuem as cores do Outono (castanho, amarelo, branco, laranja, vermelho), e que crescem mais perto do solo, sendo também muito recomendado consumir as ramas verdes nesta altura do ano. Os métodos culinários contemplam preparações mais fechadas (estufados longos, preparações no forno), que concentram mais a energia dos alimentos mais macios, suaves e doces.

Estes alimentos associados ao elemento Metal vão favorecer também os órgãos associados a esta energia: pulmões e intestino grosso. A saber:

  • Raízes como gengibre, cenoura, nabo, beterraba, batata-doce, não esquecendo as suas ramas.
  • Folhas verdes como agrião ou rúcula.
  • Vegetais de cor branca como alho e cebola.
  • Frutas como peras e alperces (em alguns casos devem ser ligeiramente cozinhados porque podem ajudar a soltar mucos).
  • Alimentos de cor amarela e laranja como as abóboras e as laranjas.
  • Cereais como o arroz integral e a aveia.
  • Picles e outros fermentados caseiros.
  • Rábano ou mostarda pelo seu sabor um pouco mais picante associado a esta energia.
  • Feijão.

Quais os órgãos associados à Energia Metal?

Os órgãos associados à energia Metal incluem os pulmões e o intestino grosso, que desempenham papéis vitais na respiração e na eliminação de resíduos.

Quais os problemas de saúde relacionados com a Energia Metal?

Os problemas de saúde frequentemente relacionados à energia Metal incluem doenças respiratórias, como constipações, resfriados, gripes, alergias diversas, tão comuns nesta altura do ano, assim como problemas intestinais de todo o tipo (diarreia, obstipação, etc.).

A Energia Metal e as Emoções

Em termos emocionais, a energia Metal está ligada à introspeção, à organização e à capacidade de deixar ir o que não é necessário, podendo ajudar-nos a encontrar clareza e discernimento na tomada de decisões importantes, trazendo disciplina e raciocínio lógico. Metal também está relacionado com o planeta Vénus. Por outro lado o excesso de Metal pode causar falta de comunicação, crueldade e frieza emocional.

Como identificar a Energia Metal em desequilíbrio?

A identificação de um desequilíbrio na energia Metal pode ser percebida através de vários sinais físicos e emocionais.

  • Dificuldades respiratórias, como asma, bronquite, alergias sazonais e constipações frequentes.
  • Distúrbios intestinais, como obstipação crónica, diarreia, síndrome do intestino irritável ou outros.
  • Depressão, tristeza e melancolia persistentes e falta de motivação. Pode haver uma sensação de desapego emocional.
  • Dificuldade em tomar decisões, falta de foco, confusão mental e uma sensação geral de desorganização.
  • Comportamento obsessivo ou excessivamente rígido, perfeccionismo e necessidade de controlo pelo excesso de disciplina.
  • Problemas de pele como erupções cutâneas, acne persistente ou pele seca e escamosa.
  • Distúrbios autoimunes ou doenças que afetem o sistema imunitário.

O que pode desgastar a Energia Metal?

A Energia Metal pode ser desgastada por uma série de fatores, muitos dos quais estão relacionados com o nosso estilo de vida. Aqui estão alguns exemplos do que pode desgastar a Energia Metal:

  • Falta de contacto com a Natureza, passar muito tempo em ambientes fechados, longe da terra.
  • Uso excessivo de tecnologia que pode sobrecarregar a mente e distrair da introspecção e da reflexão.
  • Exposição a produtos químicos sintéticos presentes em alimentos processados, produtos de limpeza e poluentes ambientais.
  • A exposição prolongada a ares condicionados e a ambientes que alterem permanentemente as  condições ambientais.
  • Stress e ambientes de trabalho muito exigentes, com prazos apertados e demasiada pressão.
  • Fibras sintéticas e roupas Apertadas que restrinjam o movimento e impeçam o fluxo de Energia pelo corpo.
  • Dar constantemente aos outros, sem cuidar de si mesmo.
  • O consumo excessivo de alimentos que não são consistentes com a Energia Metal.
  • Excesso de Limpeza e Ordem.

Quais os alimentos que mais prejudicam a Transformação Metal

Os alimentos que mais prejudicam a transformação metal são:

  • Produtos lácteos
  • Açúcar
  • Alimentos processados, frios, crus e secos
  • Especiarias em excesso
  • Farinhas (especialmente as refinadas)
  • Carne (especialmente a vermelha)

Em resumo, a Energia Metal convida-nos a abraçar o Outono como uma época de reflexão e preparação. Ao cuidarmos de nossos pulmões e intestino, e ao escolhermos alimentos adequados, podemos equilibrar essa energia e promover nossa saúde física e emocional durante esta temporada de transição.

Curgete

by 9 de Outubro de 2023

A curgete, originária das Américas Central e do Sul, conquistou o mundo com a sua versatilidade. Geralmente disponível durante a primavera, verão e início do outono. A sua planta pertence à família das cucurbitáceas, da qual também fazem parte a melancia, o melão, a abóbora e o pepino.

A curgete é também uma excelente fonte de fibras que apoiam a digestão e possui vitaminas A e C que fortalecem o sistema imunitário.

As suas flores são comestíveis e têm um sabor suave e versátil, sendo muito utilizadas para elaborar iguarias gastronómicas em muitas partes do globo.

É um vegetal com elevada quantidade de água, daí ser um ótimo alimento que é colhido no verão. Crua ou cozinhada, é muito versátil para elaborar pratos quentes (sopas, salteados de vegetais), pratos frios (saladas, picles, esparguete de curgete, etc) ou mesmo molhos (pesto de curgete).

Tomate

by 27 de Setembro de 2023

Originário das regiões das Américas Central e do Sul, o tomate é um fruto colhido predominantemente durante os meses de verão e início do outono.

Dotado de vitaminas essenciais, como a vitamina C, que ajudam a reforçar o sistema imunitário e a vitamina A, que contribui para a manutenção da saúde ocular, é também uma fonte rica de minerais, como o potássio.

O tomate faz parte da família das solanáceas (da qual fazem parte também a berinjela, a batata branca e o pimento). São plantas que crescem de noite, podendo conter alguma toxicidade para os humanos.

Apesar do tomate estar disponível em muitos pratos típicos portugueses durante todo o ano, é durante os meses mais quentes, de verão principalmente, que o seu consumo é mais benéfico para o nosso corpo. A frescura do tomate associa-se precisamente à frescura que o nosso corpo pede nas estações mais quentes e aos estados emocionais do verão. No entanto, pessoas com doenças autoimunes, articulares ou inflamatórias devem evitar o seu consumo bem como das restantes solanáceas.

A Energia Solo segundo a Macrobiótica

by 11 de Setembro de 2023

A filosofia Macrobiótica baseia-se na teoria das 5 transformações, também designada de 5 movimentos ou 5 elementos, em que assentam também outras filosofias orientais, nomeadamente a Medicina Tradicional Chinesa. O conceito das 5 Transformações é aplicado para conhecer e compreender melhor a natureza dos alimentos, a sua relação com o nosso corpo, e como tirar o máximo partido de cada alimento e método de confecção em benefício da nossa saúde.

A base desta teoria, assenta na premissa de que tudo está em constante mudança e de que existe um equilíbrio dinâmico que sustenta estas alterações, denominada de homeostasia. Este equilíbrio acontece tanto no ambiente, no ecossistema, como em nós, no nosso organismo.

Os 5 elementos são: Água, Madeira ou Árvore, Fogo, Terra ou Solo e Metal.

A natureza reflete o equilíbrio de forma simbiótica e perfeita através destas 5 transformações, numa dinâmica sistémica:

  • A Água rega as plantas (Madeira/Árvore),
  • As plantas alimentam o Fogo,
  • Que nutre o Solo,
  • E que dará vida ao Metal.

As 5 Transformações e as Estações do Ano

Se olharmos para as Estações do ano podemos ver que a cada estação corresponde também uma transformação, exceto à estação verão que conta com duas. Assim, a energia Madeira corresponde à primavera, a energia fogo ao verão (pico do verão), a energia Solo ou Terra ao final do verão, a energia Metal remete-nos para o Outono e a Energia Água para o Inverno. Neste momento estamos a viver a Energia Solo.

O que é a Energia Solo?

Solo representa terra firme, casa, abrigo, raízes, estabilidade e harmonia. É uma energia descendente do Fogo aceso do verão, que convida a planear, organizar, repensar, ordenar e preparar o corpo e a mente para o recolher do Outono.

Trata-se de um estado energético mais concentrado e que está associado ao anoitecer. Solo é também a Mãe que nutre, que cuida e que trata, por isso os alimentos que estão associados a esta transformação são produzidos no solo, a cor associada é o Amarelo e o sabor é o Doce.

Apesar de, mais recentemente, a transformação solo estar associada ao final do Verão (ou Verão tardio) inicialmente ela estava no centro. Deste modo a Transformação Solo está associada à transição entre as outras Transformações e estações.

Quais são os alimentos que favorecem a Energia Solo?

Os alimentos que beneficiam a energia solo são cereais integrais e vegetais redondos, raízes, e fermentados que nos trazem de volta ao nosso centro, ao nosso equilíbrio. A saber:

  • Grão de bico
  • Millet
  • Couve, couve-flor, abóbora, nabo, cebola
  • Fermentados (Picles)

Quais os órgãos associados à Energia Solo?

Os órgãos associados à Energia Solo estão ligados à digestão, ao sistema imunitário e ao controlo do metabolismo do açúcar. São eles

  • Baço
  • Pâncreas
  • Estômago
  • E também Sistema Linfático.

Quais os problemas de saúde relacionados com a Energia Solo?

Os distúrbios mais comuns associados à Energia Solo são:

  • Hipoglicemia
  • Diabetes
  • Problemas de estômago;
  • Alergias
  • Doenças autoimunes.

A Energia Solo e as Emoções

Por se tratar de Solo/Terra a primeira palavra que surge quando estamos diante de alguém com esta energia em equilíbrio é: Estabilidade. Ela também fala sobre segurança, enraizamento: “ter os pés bem assentes na Terra”, como se costuma dizer.

A Energia Solo e o Feminino

Sendo vista como a Mãe, a Energia Solo está muito associada à capacidade de compreensão, de entrega, de compaixão e rege também a sexualidade feminina. Num campo mais pessoal ela fala também acerca dessas capacidades vividas nos relacionamentos, da confiança, de questões associadas à fertilidade e da maternidade.

Nutrir a Energia Solo e os órgãos associados é extremamente importante para mulheres acima dos 40, que começam a experimentar uma fase de transição mais profunda como a aproximação da menopausa.

Como identificar a Energia Solo em desequilíbrio?

  • Problemas a nível de sexualidade feminina
  • Estados ou pessoas com mais tendência a depressões, queixas, vitimização
  • Estados ou pessoas sem motivação, que se queixam e que pedem constantemente a atenção dos que as rodeiam.

O que pode desgastar a Energia Solo?

De um modo geral a Energia Solo é afetada por:

  • Falta de contacto ou de conexão com a Natureza e os seus elementos
  • Uso excessivo de tecnologia
  • Exposição a produtos ou agentes químicos
  • Ar condicionado
  • Trabalho demasiado exigente ou em excesso
  • Betão armado que amplifica campos eletromagnéticos
  • Fibras sintéticas em contacto direto com o corpo;
  • Dar em excesso

Quais os alimentos que mais prejudicam a Transformação Solo?

  • Laticínios
  • Açúcar (de todos os tipos)
  • Alimentos frios
  • Produtos químicos sintéticos
  • Alimentos refinados (não integrais)
  • Produtos de pastelaria ricos em gordura e açúcar
  • Bolachas e alimentos feitos com farinhas no forno
  • Refeições pesadas
  • Alimentos muito cremosos
  • Comer em demasia e de forma desregrada.

Um Prato típico da Energia Solo

O nosso caril de grão pode ser uma boa opção para estes dias de Solo. Para o tornar mais aconchegante, podemos retirar o leite de coco e usar abóbora Hokaido em vez de cenoura.

Para acompanhar podemos usar chucrute ou outros picles caseiros para ajudar na digestão.

Húmus de Beterraba

by 15 de Fevereiro de 2023

 

É mais uma receita de húmus que vos trago esta semana, desta vez com nova cor, novo formato e também com um novo ingrediente, a beterraba.

Eu adoro beterraba de todas as maneiras e feitios e gosto ainda mais de comer o seu caule e folhas, quer cruas em saladas (as mais pequeninas), quer salteadas com alho, quer picadinhas em sopas (as maiores). Aqui em casa também usamos muito a beterraba para fazer os nossos sumos matinais. A beterraba, além de muitos outros benefícios, é muito rica em ferro e foi uma das minhas aliadas principais no combate à anemia nas duas gravidezes. No entanto a maior parte das pessoas que conheço não gosta de beterraba porque diz que “sabe a terra”. Pois bem nesta receita de húmus de beterraba, o sabor mais intenso da beterraba funde-se com o do grão, tornando-o quase imperceptível.

Assim acaba por ser uma sugestão interessante para amantes de húmus e desamantes de beterraba pois não sabe muito a beterraba, podendo ainda começar por ser uma boa desculpa para começar a ingerir este tubérculo mega poderoso para a nossa saúde.

A proposta que faço é a de barrarem este húmus de beterraba numa tosta de pão alentejano e servirem-na com fatias de abacate, folhas de rúcula e tomate cereja, finalizando com um fio de azeite e um toque de pimenta preta moída na hora.

Também podem consumir este húmus na sua forma mais clássica: com palitos de vegetais (cenoura, aipo, courgette ou pepino por exemplo). 

Gosto muito de húmus de grão e adoro recriar a receita original com mais elementos à mistura. Experimentem também esta minha receita de húmus de batata-doce que costuma fazer muito sucesso.

Para aprender a fazer um húmus super cremoso, espreitem este artigo onde dou 4 Dicas para um Húmus mais cremoso.

 

Vamos então ao nosso húmus de beterraba.

Ingredientes

  • 1 e 1/12 chávenas de grão cozido
  • 1/2 ou 1/4 de beterraba cozida (consoante a intensidade pretendida)
  • 1-2 colheres de sopa de tahini
  • 3 colheres de sopa de azeite
  • 1 dente de alho
  • sumo e raspa de 1 limão
  • água qb para se obter uma textura cremosa
  • 2 colheres de chá de cominhos (prefiro usar em sementes do que em pó) 
  • pitada de pimenta preta
  • flor de sal
  • fio de azeite, sementes de sésamo e pimenta preta para polvilhar

 

Como se faz o húmus de beterraba?

1. Coloca-se o grão, a beterraba, o tahini, o azeite e o sumo de limão num processador de alimentos e bate-se. Junta-se o alho, a pimenta e os cominhos e continua-se bater (cerca de 2-3 min.), adicionando aos poucos a água para se obter um puré mais fofo e cremoso.

2. Na hora de servir rega-se com um fio de azeite, um pouco de pimenta preta moída na hora e sementes de sésamo.

3. Leva-se ao frigorífico para servir fresco. 

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